Para partir tive que morrer
Um convite para mergulhar em suas próprias águas e transformar a dor em travessia

Lilian Rios nos convida a testemunhar o instante em que o silêncio e a dor cansam e a escrita se torna o único território possível para a sobrevivência.
Em Para partir tive que morrer, a autora compartilha os registros de uma travessia íntima, onde o papel deixa de ser suporte para se tornar terra firme sob os pés de quem sempre se sentiu estrangeira de si. Entre o peso e amarras da linhagem de mulheres que a precederam e a leveza de quem decide levar apenas o essencial numa mochila, este livro é o inventário de uma metamorfose.
A obra percorre os labirintos do “desenquadre” e a coragem de quem escolhe o próprio nome como destino. Como psicóloga e eterna aprendiz da vida, Lilian utiliza a caneta como bússola para navegar por águas que ora são calmaria, ora são tempestade. É um diário de bordo que não oferece respostas prontas, mas uma companhia para aqueles que, diante do medo, escolhem a coragem de morrer para o que foram, a fim de finalmente descobrirem quem podem ser.

Através de uma prosa que transborda e se costura em poesia, a autora revela como aprendeu a “viver com todos os dentes” e a encontrar magia nos desvios. Para partir tive que morrer é um manifesto sobre a impermanência e a beleza do recomeço. É o relato de quem deixou de ser pedra para se tornar rio, aceitando que a jornada da vida é a experiência mais única e completa que nos é dada a viver.
A autora










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