Mesmo que não esteja acordado
Uma cidade atravessada por vozes que não dormem
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Mesmo Que Não Esteja Acordado reúne seis contos que se passam ao longo de vinte e quatro horas, entre uma noite de quinta-feira e a noite seguinte, em São Paulo. Cada texto é marcado por um horário preciso — não como metáfora, mas como limite: tudo o que acontece se concentra em poucos minutos, quase sempre dentro da mente dos personagens.
São histórias de espera, de iminência, de algo que precisa ser dito, feito ou decidido. Uma mensagem ainda não lida. Uma conversa que não começa. Uma carta que precisa ser escrita. Em meio a situações banais — a fila da padaria, a feira do bairro, o camarim de um teatro, o mercado, o táxi —, os personagens se enxergam atravessados por pensamentos obsessivos, ansiedades silenciosas e desejos difíceis de nomear.

O livro é construído em um retrato da cidade de solidões discretas. O que acontece por dentro — no pensamento, na memória, no medo — tem o mesmo peso do que acontece na rua. A São Paulo que emerge aqui não é a do excesso ou do espetáculo, mas a de encontros breves, vozes desencontradas, comunicações falhas, e, principalmente, a São Paulo de vidas que seguem mesmo quando não são observadas.
Com múltiplos pontos de vista e personagens de idades, gêneros, classes e experiências diversas, Guilherme Dearo compõe um mosaico urbano em que a vida continua mesmo quando alguém dorme, se cala ou hesita.
Um livro sobre solidão, desejo de comunicação e a sensação persistente de que algo está sempre prestes a acontecer.
O autor

Guilherme Dearo (São Paulo, 1989) é escritor, poeta e dramaturgo.
Autor dos livros de poemas Duas Hipóteses Para Um Acontecimento (2014), Cabeça de Touro (2019) e Um Lugar Qualquer (2025). Publicou poemas em revistas literárias como 7faces, Gueto e Ruído Manifesto. Entre outras dramaturgias, escreveu “Câmara Escura”, encenada em festivais de São Paulo e Belo Horizonte.
Trecho
“Você tinha me dado a chave do apartamento. Estava protegida dentro de um estojo metido no fundo da mochila. Porque o medo de perdê-la era imenso, mesmo sabendo que você estaria me esperando em casa de qualquer jeito, me esperando na nossa casa, e faria outra cópia se eu perdesse aquela. Mas não tinha jeito, me dominava o terror de vê-la sumindo num bueiro qualquer e descobrir que tudo tinha sido um sonho, não tinha caminho nem apartamento, ninguém me esperando, e chegando em São Paulo eu deveria procurar um quarto de hotel barato, pedir uma pizza gelada, depois reservar o voo da volta.”
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Os livros acompanham marcadores de página exclusivos, com a arte da capa.
Previsão de entrega: maio de 2026.









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